SOMOS AMANTES DA TERRA COM MUITA GRATIDÃO, MUITO ORGULHO E MUITO AMOR

Temos dito em nossas Páginas Doutrinárias: A Ministração da Igreja de Deus sétimo dia em Joinville, não combate contra pessoas...

Contestamos sinais de heresias perversos opostos a Instrução contida na Bíblia Sagrada que os mensageiros do reino rompido da fera agregam na mensagem contaminada que entregam para as pessoas que ministram.

Também os mensageiros de o império religioso fragmentado e também rompido reformistas, também desprezam também o ensinamento Bíblico da permanência do povo de Deus na terra Mt 5. 5; Sl 25. 12, 13; 37. 9, 11, 22, 29... Para também comerem das mãos do clero romano, comprando deles também o ensinamento perverso da subida de seres humanos para também habitarem nos céus.

Também o sinal de heresia perverso da subida, também se trata de sinal de heresia perverso filosofado por Sócrates e Platão, também filósofos, do também antigo império político e religioso pagão grego, o clero romano passou também a heresia citada para o império religioso romano, Lutero passou também o mesmo para a suposta reforma religiosa, na mensagem que tentou reformar, também atitude perversa da parte dos mensageiros rompidos supostos reformistas, que também ajuda o clero romano a se destacar como principal ministério vendedor de regulamentos e contextos Bíblicos alterados.

Se os mensageiros das rupturas batistas do sétimo dia, os mensageiros das rupturas adventistas, os da torre de vigia... ambos também oriundos da suposta reforma religiosa, também obcecados pelo céu como habitat, também tivessem conhecimentos gerais nas Escrituras Sagradas, também saberiam, da mesma forma que Deus colocou “a areia por limite ao mar, por ordenança eterna, ainda que o mar brame, não ultrapassará” Jr 5. 22.

Visto que as Escrituras Sagradas esclarecem que a terra é “o quinhão” 1 Cr 16. 16 a 18, Sl 132. 11. Ou seja, “o limite da habitação do homem” At 17. 26. Também saberiam; jamais humano algum ultrapassará o limite da sua habitação, ou seja, Jamais ser humano algum subirá para também habitarem nos céus.

Temos conhecimentos nas Escrituras o suficiente para orientar também as pessoas ministradas pelos mensageiros supostos reformistas, o habitat do homem é o lugar onde o inimigo semeou o Joio Mt 13. 41. Ou seja, o joio.

São eles que contaminam a terra pela ação transgressora de Regulamentos e contextos Bíblicos Is 24.4 a 6; 1 Jo 3. 4.

Todo o mensageiro que agrega sinais de heresias perversos na mensagem que entrega é iníquo 1 Jo 3. 4. Ou seja, é ímpio.

De uma vista que o apóstolo disse: “Qualquer que guardar toda a Instrução, se tropeçar um só ponto, viola toda a lei” Tg 2. 10.

Que o Mestre disse: “É mais fácil passar o céu e a terra, do que cair um til da lei” Mt 5. 18.

Todo o homem que agrega sinais de heresias perversos opostos a Instrução, são comparados a figueira estéril sem frutos Mt 21. 15. O Mestre não contou com ela para fins nenhum.

Comparadas também ao “sal insípido, para nada mais presta, se não para ser lançado fora para ser pisados pelos homens ímpios” Mt 5. 13; Mc 9. 50; Lc 14. 34.

Também obcecados pelos céus como habitat para seres humanos, também os mensageiros de o império religioso fragmentado e também rompido suposto reformista escrevem bobagens...

Palavras irônicas descritas por mensageiros supostos reformistas, tiradas de páginas... ministradas por eles.

“Ao adentrarmos no terceiro milênio, parece que uma coqueluche de amor pela terra entrou em erupção. Milhares de artigos invadem a internet, folhetos têm sido distribuídos, programas radiofônicos anunciam que ninguém vai morar no céu".

“Após dois mil anos de cristianismo, parece que esses pseudocrístões, esponjas, acostumaram-se tanto com a terra, que desprezam o ensino bíblico de morar no céu”.

“Que Igreja é esta que não quer morar no céu”?

Temos conhecimentos nas Escrituras o suficiente para orientar também as pessoas ministradas pelos mensageiros das rupturas supostas reformistas, a obcecação deles pelos céus como habitat, também se trata de heresia perversa da mensagem do clero romano, Lutero passou para eles, na mensagem que tentou reformar.

Também embriagados com o vinho romano da sua prostituição Ap 17. 2. Também não sabem que a terra é o limite da habitação do homem At 17. 26.

Lúcifer foi o primeiro a cobiçar o céu, ou seja, o trono de Deus, quão tenebroso será tanto o seu fim quanto dos anjos que caíram na conversa dele Ap 12. 9.

É lamentável ver pessoas serem induzidas por mensageiros Esponjas tipos também os insípidos e rompidos supostos reformistas, a ponto de também desprezarem também o ensinamento Bíblico da permanência do povo de Deus na terra Mt 5. 5; Sl 25. 12, 13; 37. 9, 11, 22, 29, 34; Pv 2. 21; Is 60. 21; 57. 13. At 17. 26; At 17. 26. Para também comerem das mãos do clero romano, comprando deles também o ensinamento perverso da subida.

Diante do quadro, o chapéu, pseudocrístões, esponjas, serve como uma luva na carapuça contaminada também dos mensageiros supostos reformistas.

A embriagues espiritual da parte deles também é tamanha, que também confundem os céus, ou seja, o trono do Deus Altíssimo At 7. 49. Com o Reino dos céus Mt 5. 3.

Uma coisa é os Céus, se trata do trono de Deus At 7. 49.

Outra coisa bem diferente é o Reino dos céus Mt 5. 3. Trata-se da terra abrangente, onde o inimigo semeou o joio Mt 13. 24 a 30. O limite da habitação do homem.

Todo o joio, ou seja, todas as pessoas que agregam sinais de heresias perversos opostos a instrução contida na Bíblia Sagrada na mensagem que recebem serão tirados do “Reino dos céus” Mt 5. 3. Ou seja, da terra abrangente, serão destinados ao lago de fogo Mt 13. 42.

Outra coisa também diferente, é o “trono de Jesus”, se trata do trono de Davi seu pai Sl 132. 11; Lc 1. 31 a 33; At 2. 29, 30. Tanto é que o Mestre disse: “Ao vencedor lhe concederei que se sente comigo no meu trono” Ap 3. 21.

O termo “meu trono” Ap 3. 21. Aplica-se ao trono de Davi citado Sl 132. 11; Lc 1. 31 a 33/ At 2. 29, 30.

Logo o Monarca voltará At 1. 11; Lc 19. 12. Tomará os domínios dos reinos Dn 7. 14; Ap 11. 15. Assentar-se-á no trono de Davi seu pai citado, implantará o seu Reino de paz e justiça na terra abrangente Is 11. 1 a 10.

Também obcecados pelo céu como habitat, também as mensageiros das rupturas batistas do Sétimo Dia, os mensageiros das rupturas adventistas, os mensageiros da torre de vigia, ambos também oriundos da suposta reforma religiosa, também aplicam também o contexto: “Meu Reino não é deste mundo” Jo 18. 36. Para também perverterem as pessoas que ministram também com o ensinamento profano, de que o Reino de Deus é os céus, objetivo também perverso, também dar sustentáculo também ao ensinamento profano da subida.

O Mestre foi trazido na presença de Pilatos, o governador romano queria ouvir da sua boca, se Ele era “o Rei dos judeus” Mt 27. 11.

O Mestre respondeu: “Tu o dizes”, ou seja, confirmou.

Pilatos voltou a entrar no pretório, chamou o Mestre e voltou a lhe perguntar: “Tu és o Rei dos judeus”? Mt 27. 11.

O Mestre respondeu pela segunda vez: “Tu o dizes que sou: Eu para isto nasci e por isso vim ao mundo” Jo 19. 37.

O termo “Rei dos judeus” Mt 27. 11. Vai além de o Mestre reinar sobre os judeus

Reinará tanto sobre os israelitas que serviram a Deus e morreram quanto sobre os que servem a Deus.

Sobre os estrangeiros que serviram a Deus e também morreram, também sobre os que servem a Deus.

Os bons entendedores sabem, uma coisa é a pergunta de Pilatos, está dentro do contexto e da regra da interrogação.

O governador romano perguntou se o Mestre era o Rei dos judeus Mt 27. 11. Ele confirmou que sim Jo 18. 37.

Outra coisa bem deferente é a época do seu reinado.

A partir do momento que o Evangelho do Reino Mt 28. 19; Mc 16. 15; Lc 24. 47; At 1. 8. For pregado em todo o mundo, virá o fim destes sistemas de coisas Mt 24. 14. Ou seja, o Rei voltará para governar.

Da mesma forma que as Profecias esclarecem que o reinado de Nabucodonosor, representado pela fera citada em Dn 7. 14.

O reinado de Ciro e Dário, representado pela fera Descrita em Dn 7. 5.

O de Alexandre o Grande... representado pela fera citada em Dn 7. 6.

O reinado dos imperadores romanos. Representados pelo animal terrível de Dn 7. 7. 

O reinado do chifre pequeno Dn 7. 8. Ou seja, do ministério apóstata do “anticristo” 2 Ts 2. 1 a 8. Também se trata de um ministério de homens mortais, morre o guia, o conclave também se reúne, também escolhe outra pessoa do ministério e também o elevam para exercer a função de guia, criaram a injusta inquisição, os instrumentos de torturas, para punirem principalmente os Santos do Altíssimo, para se cumprir também a Profecia Dn 7. 25.

De uma vista que ambos os reinados citados foram na terra e foram abrangentes.

O quinto Reino, Dn 7. 9 a 14. Ou seja, o de Cristo, também será na terra, e também será abrangente Sl 72. 8; Zc 14. 9.

Razão de nossas Paginas Doutrinárias afirmarem, ser humano nenhum subirá para também habitarem nos céus...

“Meu Reino não é deste mundo” Jo 18. 36. Jesus tentou fazer Pilatos entender, o seu reinado não seria para aqueles dias, Ele estava certo, precisa voltar At 1. 11; Lc 19. 12. Tomar os domínios dos reinos Dn 7. 14; Ap 11. 15. Ocupar o trono de Davi seu pai Sl 132. 11; Lc 1. 31 a 33; At 2. 29, 30. E Reinar no Reino abrangente Ts 11. 1 a 10.

Também o contexto “porque sabemos que se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna nos céus” 2. Co 5. 1. Também os mensageiros rompidos supostos reformistas, também aplicam também o contexto citado, para dar sustentáculo também ao ensinamento perverso da subida de seres humanos para também habitarem nos céus, também mentira perversa.

Temos conhecimentos Bíblicos o suficiente para orientar pessoas de todos os credos religiosos.

Também o Contexto citado, também não se aplica para o fim perverso citado.

Os bons entendedores aplicam para o homem perfeito que haveremos de ser, após passarmos pelo processo do revestimento de imortalidade 1 Co 15. 51 a 53.

O “edifício” 2. Co 5. 1. Também equivale ao homem coroado de glória e de honra, que haveremos de ser 1 Co 15. 51 a 53.

Não dá para comparar a casa de Deus que somos 1 Co 3. 16; 2 Co 6. 16. Com o Edifício que haveremos de ser, após passarmos pelo processo do revestimento de imortalidade.

A obcecação pelo céu, ou seja, pelo trono de Deus como habitat também da parte dos mensageiros insípidos das rupturas supostas reformistas também é tamanho, que também aplicam também o contexto de Hb 12. 22. Para também darem sustentáculo também ao ensinamento perverso de seres humanos subirem, para também habitarem nos céus.

Os bons entendedores aplicam também o contexto citado Hb 12. 22. Para a Jerusalém dos mil anos de reinado de Cristo, quando o Deus Altíssimo também se fazer presente no Lugar Santíssimo do Templo, nas devidas convocações gerais milenar Is 2. 1 a 3; Mq 4. 1, 2.

De uma vista que a Cidade Santa dos mil anos manterá as suas portas abertas de contínuo Is 60. 11. Para receber os participantes do Reino espalhados por todo o Reino abrangente, serão convocados pelo Sacerdócio restritos aos filhos de Judá que serviram a Deus e morreram, restrito aos que servem a Deus, a pegarem a “Estrada”, ou seja, “o Caminho Santo” Is 35. 8. Rumo a Jerusalém dos mil anos, participarem dos trabalhos gerais de adoração milenar Is 2. 1 a 3; Mq 4. 1, 2.

Visto que o Sumo Cristo ministrará no lugar Santo do Templo, fará com que as adorações dos participantes do Reino, ambos revestidos de imortalidade adorando no Atio do Santuário, também ultrapassem além do véu, ou seja, também cheguem ao Pai Celestial, que descerá do seu trono, ou seja, dos céus, se fará presente no lugar Santíssimo do Templo Zc 6. 12, 13. Nas devidas convocações gerais milenares citadas, o Monte Sião dos mil anos será pura Santidade, razão de as Profecias chamarem o Monte Sião do Reino milenar Messiânico, de “Jerusalém celestial” Hb 12. 22.

Os bons entendedores imaginam as convocações gerais milenar realizadas no Monte Sião do Reino milenar Messiânico Is 2. 1 a 3; Mq 4. 1, 2.

Imaginam o Rei e Sumo Cristo ministrando no lugar Santo do Templo Zc 6. 12, 13.

Imaginam o Altíssimo presente no lugar Santíssimo do Templo.

Imaginam o Atio do Templo Zc 6. 12, 13. Restrito as pessoas revestidas de imortalidade.

Imaginam quanta Santidade haverá no Monte, e entendem os por quês que o Monte Sião do Reino milenar Messiânico é chamado pelas Escrituras, de “Jerusalém celestial” Hb 12. 22.

O Governo de Arão deu uma demonstração de como será o reinado de Cristo no Reino milenar Messiânico também neste sentido, no dia dez do sétimo mês Lv 23. 27. O Altíssimo descia dos céus, se fazia presente no Lugar Santíssimo do Templo, quando a Arca da Aliança ainda se fazia presente no recinto.

A Arca da aliança com certeza foi recolhida por anjos de Deus, tanto é que foi vista por João nos céus Ap 11. 19.

No Templo que o Sumo Cristo também mandará construir também em Jerusalém Zc 6. 12, 13. Para exercer tamém a Função de Sumo ao mesmo tempo, como fez Melquisedeque também no Monte Hb 7. 1. A Arca será colocada no seu devido lugar.

A obcecação pelo céu como habitat também da parte dos mensageiros insípidos e rompidos supostos reformistas em geral também tamanha, a ponto de também aplicarem também o contexto “carne e sangue não herdarão o Reino de Deus” 1 Co 15. 50. Para também darem sustentáculos também ao ensinamento perverso da subida.

Ministramos a Igreja de Deus sétimo dia em Joinville, com conhecimentos nas Escrituras o suficiente para orientar pessoas de todos os credos religiosos, também os mensageiros da torre de vigia, também oriundos da suposta reforma religiosa, também se tratam de mensageiros apenas “carne e sangue”, também velhas criaturas, pelo fato de também não terem passado pelo processo do novo nascimento Jo 3. 3, 6; 1 Jo 3. 9; 5. 4, 18.

Tanto é que também agregam os principais sinais de heresias perversos da mensagem do clero romano, que Lutero passou para a suposta reforma religiosa, na mensagem que tentou reformar.

Também se tratam de sal insípido, também comem carnes de animais que a Palavra do Deus Altíssimo repugna o consumo como alimento Lc 11. 8; Ft 14. 7, 8.

Também profanam o Santo Sábado Ex 20. 8 a 11; 31. 13, 14.

Também ajudam o clero romano a se destacar como o principal ministério vendedor de regulamentos e contextos Bíblicos alterados, também continuam sendo velhas criaturas, apenas “carne e sangue”, também sem o Espírito guia Jo 14. 26; 16. 13. Razão de também “não poderem herdar o Reno de Deus” 1 Co 15. 50. Também fecham as portas, além de também não entrarem no Reino de Deus, também não deixam as pessoas que ministram entrarem...

O semeador de joios “Levou o Mestre a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a gloria deles” Mt 4. 8. Trata-se do Reino dos céus, ou seja, os reinos do mundo, ainda sobre o governo do maligno.

A Promessa de o homem viver na terra para sempre, brotou de uma raiz Divina. “O Senhor Deus plantou um jardim no Éden, e colocou ali o homem que criara” Gn 2. 8.

Orientou o casal a “se multiplicarem e encherem terra”, ou seja, “o Reino” Gn 1. 28; Gn 9. 1. Sobre condições de obediência Gn 2. 16, 17.

A “aliança”, ou seja, o juramento que Deus fez com o Patriarca Abraão Gn 12. 1 a 3; 17. 2, 3; 22. 18; 28. 13, 14; 35. 11; 48. Jamais promete os céus como habitat para seres humanos.

O Juramento que o Deus Altíssimo fez ao rei Davi, promete o trono de Davi, para o seu Filho Jesus 2 Sm 7. 12; Sl 105. 8 a 11; Sl 132. 11; Jr 23. 5; Jr 33. 20 a 22. Como capital mundial do seu reinado.

Foi traçando planos para este fim, que o Altíssimo chamou Abraão da cidade de “Ur dos caldeus”, fez uma “Aliança” com o Patriarca dizendo: “Sai da tua terra, da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E eu farei de ti uma grande nação; e eu te abençoarei, e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma benção. E eu abençoarei aos que te abençoares, e amaldiçoarei aqueles que te amaldiçoares; e serão benditas em ti, todas as famílias da terra” Gn 12. 1 a 3. Também demonstração da permanência do homem na terra.

“Benditas em ti, todas as famílias da terra”? Gn 12. 3. Aplica-se ao fato de pessoas estrangeiras também fazerem parte da Grande nação, ou seja, da Nação poderosa, que Deus prometeu fazer do patriarca, por meio do Monarca Jesus Gl 3. 27 a 29. Participarão com Ele, do seu reinado na terra.

As Profecias esclarecem que Deus voltou a falar com Abraão. “Eu farei minha aliança entre mim e ti, e eu te multiplicarei grandemente. Eis que esta é a minha aliança contigo: Tu serás pai de muitas nações Gn 17 2, 4. E todos os povos da terra serão benditos por causa da tua descendência” Gn 22. 18. O Monarca se trata do descendente maior de Abraão, mandou chamar também pessoas estrangeiras para este fim, confirmação Gl 3. 27 a 29.

Os bons entendedores sabem... a “Aliança” que Deus fez com Abraão, vale também para as pessoas estrangeiras que também aceitam também o Cristo como o Messias Dt 18. 18, 19. Também os fundamentos dos profetas Ef 2. 20.

Israelitas cortados da Oliveira frutífera Jr 11. 16. Que permanecem na incredulidade Rm 11. 23. Ou seja, rejeitando o Cristo como o Messias Dt 18. 18, 19. Também os fundamentos dos apóstolos Ef 2. 20.

Estrangeiros que agregam sinais de heresias perversos opostos a Instrução contida na Bíblia Sagrada na mensagem que recebem, ambos são figueiras estéril Mt 21. 19... Sal insípido Mt 5. 13; Mc 9. 50; Lc 14. 34. Jamais farão parte do seu reinado para fins nenhum.

O Tabernáculo de Davi At 15. 16. Ou seja, “o Israel de Deus” Gl 6. 16. Composto também por pessoas estrangeiras, também em obediência a Palavra de Deus, está sendo restaurado também com pessoas estrangeiras também sendo enxertadas, também para este fim.

Da mesma forma que Cristo subiu At 1. 9. Quando Ele descer At 1. 10, 11, Lc 19. 12. A Grande nação, que Deus prometeu fazer do Patriarca Abraão, estará completa, também com pessoas estrangeiras Gl 3. 27 a 29; Ef 2. 6.

“Aliança”, ou seja, juramento que Deus fez também a Jacó. “Eu sou o Senhor Deus de Abraão teu pai, o Deus de Isaque, a terra em que estás deitado, eu darei a ti, e à tua descendência. A tua descendência será como o pó da terra; tu te estenderás para o oriente, para o ocidente, para o norte e para o sul, e serão benditas todas as famílias da terra por ti e por tua descendência” Gn 28. 13, 14.

“Tu te estenderás para o oriente, para o ocidente, para o norte e para o sul”, aplica-se ao fato do reinado do Monarca se estender por toda a terra abrangente Zc 14. 9; Sl 72. 8.

A “Aliança” citada foi confirmada também ao neto de Abraão, ou seja, ao patriarca Jacó. “Frutifica e torna-te numeroso; sairá de ti uma nação, uma multidão de povos, e reis procederão de teus lombos Gn 35. 11, 12.

Se não fosse a “Aliança” citada, o Monarca jamais seria Rei de reis Ap 19. 16. Profecias que também se cumprirão nos mil anos do seu reinado, ou seja, dentre os filhos dos estrangeiros que não agregaram sinais de heresias perversos e morreram, também dentre os que servem a Deus, o Rei escolherá as pessoas que Ele julgar com capacidade para ministrarem nas luas novas e nos sábados Is 66. 24. Nos países estrangeiros espalhados em volta de Israel Ez 36. 36.

Dentre os filhos dos estrangeiros citados, Ele escolherá, também os que Ele julgar capacitados para exercerem as funções de reis, um rei para cada país, para se cumprir também a Profecia Ap 19. 16.

Serão os sacerdotes estrangeiros que conduzirão tanto os participantes do Reino espalhados por todo o mundo quanto os reis estrangeiros a pegarem a Estrada, ou seja, o Caminho Santo Is 35. 8. Rumo a Jerusalém dos mil anos, participarem dos trabalhos gerais de adoração milenar Is 2. 1 a 3; Mq 4. 1, 2. E servirem o Monarca também com as suas riquezas Is 60. 11.

Suposta classe de pessoas do mundo ímpio, israelitas insípidos cortados da Oliveira frutífera Jr 11. 16. Por causa da rejeição ao Cristo como o Messias Dt 16. . 18, 19. Também os fundamentos dos apóstolos Ef 2. 20. Jamais farão parte do seu reinado de Cristo para fins nenhum.

“Multidão de povos” Gn 35. 11. Aplica-se a multidão de pessoas que serão revestidas de imortalidade 1 Co 15. 51 a 53. Para participarem do reinado de Cristo, também condicionalmente.

“E, acabando-se os mil anos, satanás será solto da sua prisão, e sairá a enganar as nações que estão sobre os quatros cantos da terra” Ap 20. 7, 8. Aplica-se ao fato de nos mil anos de reinado de Cristo, os participantes do Reino se tratarem de pessoas de todas as nações da terra, ninguém será transformados em supostos seres iguais a anjos celestiais, continuarão sendo seres humanos.

Transformação de humanos em supostos seres iguais a anjos celestiais, também se trata de sinal de heresia perverso de mensageiros insípidos supostos reformistas.

A resposta do Mestre foi de acordo com a pergunta, serão iguais a anjos, no sentido de não se casarem, e não serem dados em casamento Mt 22. 30.

Além dos mensageiros também insípidos rompidos reformistas também desprezarem, também o juramento que Deus fez a Abraão, desprezam também o juramento que fez a seu servo Davi, do maior descendente seu, ou seja, o Monarca Jesus, ocupar a seu trono 2 Sm 7. 12; Sl 132. 11; Lc 1. 31, 32; At 2. 29, 30.

As Profecias não podem falhar. “Não violarei minha aliança, nem alterarei o que meus lábios proferiram, uma vez para sempre jurei por minha santidade; não mentirei a Davi. A sua descendência continuará, seu trono será estável perante mim, será estabelecido para sempre” Sl 89. 34 a 37. Aplica-se ao trono de Davi seu pai Sl 132. 11; Lc 1. 41 a 43; At 2. 29, 30. Servirá de capital mundial no reinado de Cristo.

“O Senhor Jurou a Davi uma verdade, e não a revogará: Colocarei sobre teu trono, o fruto das tuas entranhas” Sl 132. 11. 

“Ao que vencer concederei que se assente comigo no meu trono” Ap 3. 21. Aplica-se ao trono de Davi citado.

“Assim diz o Senhor: Se anularem minha aliança com o dia, e com a noite, de modo que nem o dia nem a noite aconteçam no tempo que lhes está determinado, então poderá ser quebrada a minha aliança com o meu servo Davi” Jr 33. 20 a 22; Mq 5. 2 a 4.

De uma vista que o sistema de rotação da terra continua funcionando perfeitamente, a “Aliança” que Deus fez com Abraão continua de pé, o Juramento que jurou ao seu servo Davi também.

As pessoas ministradas pelos mensageiros rompidos supostos reformistas que façam menos barulho, deixarem a fixa cair, e desconfiem; o Altíssimo jamais prometeu o seu trono como habitat para ser humano nenhum.

Quem conhece a história do povo de Israel em geral sabe, eles foram escravizados no Egito por quatrocentos e trinta anos Ex 12. 40.

Quando Deus chamou Moisés para libertá-los da escravidão, o Altíssimo falou a Moisés: “Eu desci para salvá-lo da mão dos egípcios, e para fazer subir daquela terra, para uma terra sobre a qual corra leite e mel” Ex 3. 7, 8.

A busca do povo de Israel de volta a sua terra, também foi demonstração de que Deus cumprirá tanto com o juramento que fez com o Patriarca Abraão Gn 12. 1 a 3; 17. 2, 3; 22. 18; 28. 13, 14; 35. 11; 48. 3. Também com o juramento que fez a seu servo Davi 2 Sm 7. 12; Sl 132. 11; Lc 1. 31, 32; At 2. 29, 30.

“De um só fez toda a raça humana para habitar sobre a terra, fixando os tempos previamente estabelecidos e os limites exatos em que deveriam habitar e os limites de seus territórios” At 17. 26. 

“Por isso, quando Deus quis mostrar aos herdeiros da promessa, de forma bem clara, a imutabilidade do seu propósito, confirmou com juramento, nas quais é impossível que Deus minta” Hb 6. 17,18.

O apóstolo Paulo também não tinha esperança de morar no céu, tanto é que também deixou o seu recado.

O pronome “nós” Hb 6. 18. Também foi uma demonstração de que o apóstolo “também corria para o refúgio, para também tomar a esperança proposta” Hb 6. 18. Ou seja, de também permanecer habitando a terra para sempre.

Finalizamos dizendo: “Dois estarão no campo Lc 17. 36. Duas no moinho” Mt 24. 41. As que serão levadas, serão lançadas ao lago de fogo ardente Mt 13. 41, 42. Trata-se das pessoas que agregam sinais de heresias perversos opostos a Instrução contida na Bíblia Sagrada na mensagem que recebem, objetivo da ceifa, fazer aquela faxina no Reino abrangente. Confirmação Mt 13. 41, 42; Ml 4.1 a 3. As que serão deixadas, resplandecerão como o sol no Reino abrangente de seu Pai Mt 13. 43. Ou seja, na terra abrangente.

“Dois estarão no campo Lc 17. 36. Duas no moinho” Mt 24. 41. As que serão levadas, serão lançadas no fogo Mt 13. 41, 42. Trata-se das pessoas que agregam sinais de heresias perversos opostos a Instrução contida na Bíblia Sagrada na mensagem que recebem.

Destino, lago de fogo ardente Mt 13. 42; Ml 4. 1 a 3. Objetivo da ceifa, fazer aquela faxina no Reino abrangente, confirmação Mt 13. 41, 42; Ml 4.1 a 3.

As que serão deixadas, resplandecerão como o sol no Reino abrangente de seu Pai Mt 13. 43. Ou seja, na terra abrangente.

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